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21 de dezembro de 2010



Caros Amigos,

Que a Vida lhes conceda a graça de poder celebrá-la todos os dias como em uma Noite de Natal!
Agradeço a todos, amigos, colegas e familiares pela oportunidade de conviver mais um ano com crescimentos e aprendizados pessoais e profissionais.

Um Natal repleto de Paz e Luz e que 2011 seja estupendamente fantástico!!!

11 de novembro de 2010

2012 - Visão otimista de Sai Baba



Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?
Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.
Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos. Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência atual tem comprovado.
Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos. Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.
Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.
Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afetada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.
Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.
Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.
“Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”.
Como assim? Não percebe a escuridão?
Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.
A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o principio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa freqüência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.
Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?
Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.
Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.
A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.
Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.
Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.
Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada.
Dirão que é causado pelo estresse. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.
Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem, assistam TV. Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.
Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.
Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade do que se esconde na escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.
Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.
Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo. Seja um participante ativo. Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.


From: Marcylia Campos

29 de outubro de 2010



A minha especial, espetacular e amada irmã, Silvana Lombarde!

Neste dia super hiper mega especial lhe desejo a felicidade mais plena, a realização mais vívida e o sonho mais encantador. E que o Mestre Jesus coloque a sua Vida na mais perfeita Ordem Cósmica!
Feliz Primavera!!! 29/10/2010
Muita Luz no seu caminho!!!!

8 de outubro de 2010

Ontem, Hoje e Amanhã...

Por: Angelita Lombarde Divino

“Hoje é o amanhã que você tanto se preocupou ontem”. (Autor desconhecido)

Li esta frase há alguns meses e ela não me sai da cabeça, com certeza tentando me dizer q
ue o hoje é o que importa, afinal as mudanças e as experiências em nossas vidas são uma constante!

Constante divergência e diferença entre Ontem, Hoje e Amanhã...

O ONTEM que nos trás saudade, arrependimento, que nos faz pensar, refletir e amadurecer os nossos atos e atitudes. O que proporcionamos aos outros ou o que deixamos de proporcionar, felicidade, tranqüilidade ou apenas um sorriso que mesmo quando forçado é uma ação voluntariosa.

O HOJE que nos faz presente, porém ausente de nossa própria realidade. Hoje em que pensamos o que fizemos ontem e projetamos o que faremos amanhã.

O hoje que muitas vezes nos angustia, pois não sabemos para que ou por que estamos aqui nessa grande escola chamada Terra! Ao tentar descobrir, o que se pressupõe é que possamos olhar para dentro de nós mesmos e tentarmos enxergar o que realmente somos, pois como já dizia um sábio provérbio chinês: “Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos.”

Às vezes, ou muitas vezes, nos deparamos, pela falta de introspecção, com um “nada, quase vazio e cheio de si”. Um “nada tão profundo” que nem conseguimos observar o plantio, e outras vezes, a colheita, amarga ou doce, nada nos retrata...

A vida é assim, a constância de “amargos e doces” os quais engolimos ou saboreamos em nosso dia-a-dia.

Há de existir algo que nos acorde a alma e nos mostre a realidade que está por detrás do véu da ilusão, para que possamos sentir o doce e verdadeiro encontro com nós mesmos, algo que não nos imprima uma utopia e que seja como fagulhas de um ser, destinado com certeza, a um caminho de luz, pois eis que a vida transborda radiante a cada amanhecer.

E o AMANHÃ, ah belo amanhã, o que sonhamos e ainda não conquistamos, nossos planos, projetos, conquistas e realizações. Aquela sensação de que tudo será melhor, onde mora reside a brilhante ESPERANÇA, afinal é o futuro que nos espera.

Não obstante, é a ele, ao amanhã, que dedicamos ou comprometemos, equivocadamente, boa parte do nosso hoje, e muito do nosso ontem! É pelo amanhã, que acordamos todos os dias e sentimos o cheiro da rotina estarrecendo nosso olfato, batendo à nossa porta e nos fazendo por um súbito despertar para doce realidade de mais um dia que nos foi creditado, a escolha por muitas vezes é apenas nossa, é o livre arbítrio se fazendo presente.

A este amanhã desejamos a emanação de tudo que reside na plena Consciência Cristica, uma transmutação infindável de energia e desenvolvimento de dons e talentos espirituais. Não queremos a estreiteza mental, áspera e dissonante de simples almas aprisionadas a carne e nem tão pouco as inacreditáveis distorções de teorias pobres, inadequadas e sem imaginação que nos limitam.

Queremos emergir em nossos infindáveis potenciais internos, potenciais estes que nos fazem crescer e amadurecer a cada dia. Despertando assim a consciência presente e lúcida do que fizemos ONTEM para HOJE nos sentirmos melhor e AMANHÃ colhermos bons frutos!

Angelita Lombarde Divino
Secretária Executiva - Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – Adm de Pessoas e Processo Pedagógico do Ensino Superior
angelita@nc.ufpr.br anglombarde@bol.com.br http://angelitalombarde.blogspot.com/




Publicado em:

Jornal Agora Paraná Edição 2019 http://agoraparana.uol.com.br/ (07/10/2010)

30 de setembro de 2010

Hoje 30/09/2010 Parabéns a nós Secretários Executivos!!! Desejo a todos muito sucesso pessoal e profissional.

SECRETÁRIO EXECUTIVO - UMA QUESTÃO DE PERFIL...

As sugestões e idéias aqui apresentadas são frutos de uma experiência profissional e acadêmica que possibilita vislumbrar num futuro próximo um número cada vez maior de Profissionais de SECRETARIADO EXECUTIVO atuando nos mais diversos campos de trabalho, com o merecido reconhecimento por este novo profissional da GESTÃO DO CONHECIMENTO.

É importante que nós Secretários Executivos tenhamos capacidade e visão para podermos traçar rumos para a vida pessoal, profissional, social e familiar, ampliando a análise entre efeitos e causas e incorporando princípios e contextos, criando assim, a oportunidade para o nascimento de um perfil empreendedor latente.

Tenhamos consciência de nosso perfil profissional, não corramos o risco da memória, ousemos mudar características, não deixando que nossas vidas sejam apenas um pano de fundo, devemos sentir emoção em cada ato, cada decisão. Deixemos que o profissionalismo nos instigue à mobilização de nossas aptidões, pratiquemos o ensino do empreendedorismo, é necessário inovar e ocupar o nosso espaço no mercado de trabalho.

Sejamos flexíveis, tenazes, difundindo o conhecimento, informando com precisão, sendo ágeis e transparentes em nossas tomadas de decisões, pois este é um fator diferencial na gestão do conhecimento.

Prazer e emoção constituem temperos imprescindíveis; aprendamos com o ato de aprender, fomentemos idéias emergentes, pois estar apto ao novo, contempla o desafio do novo paradigma. O centro de formação somos nós e não a técnica ou a ferramenta, devemos estar sempre preparados para "aprender a aprender", o nosso conhecimento e aprimoramento tem que ser mutante.

Sejamos capazes de definir a partir do indefinido, criando, ousando e redefinindo. Induzamo-nos ao "conhecer", tendo uma visão holística da organização.

Façamos com que nossas experiências práticas e teóricas, sejam vivenciadas no mundo real.

Estejamos dispostos a ter em mente um conjunto de idéias , atitudes e comportamentos que nos predispõem a "sermos criativos", estando preparados para às mudanças ambientais e comportamentais que regem os novos paradigmas, identifiquemos as oportunidades e saibamos agarrá-las.

O grande conhecimento não está apenas nos livros, mas na leitura e interpretação do mundo, fora deles.

Não sejamos fleumáticos, é necessário que saibamos identificar, assimilar e aplicar, aquilo que se precisa, no momento próprio e na intensidade adequada.

Divulguemos informações para que possamos gerar conhecimento, sejamos capazes de darmos suporte às decisões gerenciais, possuindo um atendimento diferenciado.

Temos que ter respeito e reconhecimento ao "SER HUMANO" , pois no mundo em que estamos, sobrevivem as pessoas e as instituições que tiverem capacidade de mudar e construir uma estrada que conduz à novas fronteiras, tendo como uma de suas premissas, o encurtamento de distância entre classes sociais, credos e raças, mantendo a relação física e virtual intercontinental, contemplando a noção de aldeia global.

Precisamos de acadêmicos e profissionais capazes de se envolver na formação humana e convencer com argumentos satisfatórios, sendo justos, cultos, éticos e sábios. Implementando novas políticas, com olhos firmes no futuro, com base no padrão de educação e cultura, desenvolvendo nossa cidadania de forma integrada, gerando novos relacionamentos, sem frustrar as expectativas, e com coragem e disposição para OUSAR.

SECRETÁRIO EXECUTIVO, construamos uma vida profissional onde a SIMPLICIDADE seja a sua ESSÊNCIA, porém os DETALHES sejam a sua RIQUEZA.

*Angelita Lombarde Divino
Secretária Executiva – DRT PR SE 1034
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – Adm de Pessoas e Processo Pedagógico do Ensino Superior
angelita@nc.ufpr.br anglombarde@bol.com.br http://angelitalombarde.blogspot.com/


Publicado em:

Jornal Carreira & Sucesso – 211 ª Edição http://www.catho.com.br (08/01/2004)

Federação Nacional de Secretários e Secretárias - FENASSEC
http://www.fenassec.com.br/c_artigos_perfil_secretario_executivo_umaquestao_perfil.html (outubro/2003)

SEC Talentos Humanos
http://www.secth.com.br/si/site (13/04/2009)

1 de setembro de 2010

Hoje sugiro a leitura de uma delicosa crônica escrita por um amigo daqueles que a gente ama porque ama e basta... Angelita Lombarde


O cara “deus” e nossa humanidade

Um momento de tristeza às vezes pode ser resultado de um tempo que a gente quis muito que fosse diferente: um sopro que fosse pássaro, uma palavra que fosse ninho, um córrego que fosse rio, um atalho que fosse caminho, uma caverna que fosse abrigo, um aceno que fosse carinho, uma nota que fosse canção de ninar, uma pipa que fosse asas a nos servir para voar; ou tudo isso ao contrário, e porque não também em perspectiva vertical, de través, ou oblíqua?

Não sei como é “o cara deus” e não me preocupo com as formas como ele é apresentado. E nem tampouco me diz respeito os nomes a ele atribuídos. Mas quem o concebe na dimensão da “infinita bondade” está sempre pronto a generosidades; parece andar com ele no brilho do olhar, na mesura do gesto, e na simplicidade da fala, sem perdê-lo de mira na presença onipotente, ou se quisermos na onipresença potente – creio que algo na proporção das poucas pessoas que a gente consegue cativar e amar entre milhares que cruzam nossos caminhos.

E a gente se pergunta: qual presença a gente busca? Qual intercessão a gente pede? O cara deus é um todo multifacetado, não no sentido do fragmento, mas no sentido das muitas maneiras que parece se manifestar. Tudo porque o tempo do coração não é o mesmo tempo da insaciedade de Cronos (esse que é o deus do tempo cronometrado, a figura mitológica imortalizada pelo quadro de Goya, em que os filhos são devorados).

O cara deus é uma força pronta na sua improntidão, e é resposta vingada num mar de dúvidas. Antes é a perda em razão da busca, antes é o fardo em favor da leveza, e quase sempre é o sentido último, e quiçá pleno, dos que nele crêem. Ele se apresenta como âncora de tudo o que se quer ao tempo e ao jeito de nossos corações quase sempre sufocados.

Fica a impressão de que a pergunta que está sempre posta, dado a nossa insignificância, pode ser pronunciada da seguinte forma:

- De Que Tecido Somos Feito?

Nem tanto ao mar nem tanto a terra. Bebemos da fonte de coisas que nunca nos pertenceram e também da fonte de coisas que tem tudo a ver com a gente. O tempo, senhor do destino, segundo Caetano Veloso, é de fato um analgésico poderoso e, no mais das vezes, a cura por completo de nossas feridas e dissabores. Nosso corpo e alma nos parecem uma espécie de soma ensandecida de eventos, composição lúcida e demente, depositários que são dos frutos que colhemos (no plano físico e metafísico) – cadeia de reações que comportam da lágrima incontida ao riso desavisado no meio de uma tarde morna de um dia qualquer de nossa breve existência.

A dor viva no trajeto de um nervo tem mesmo a sensação de um calafrio, como se as ramificações burilassem umas com as outras, mas quase sem alteração externa aparente. Assim também reage nosso metabolismo quando sentimos que algo não está bem, aquele vazio, um oco a se perder dentro de nós, uma espécie de ferida que dói e que não podemos tocar.

Ser cético em relação ao mundo às vezes procede e faz até bem. Tenho a impressão de que ao mesmo tempo em que nos é oferecido o cálice da santa ceia, também nos é dado a corda usada por Judas Iscariotes. Tudo parece uma implosão o tempo todo.

Mas há sempre um jeito de a gente processar o que nos parece de difícil digestão. Morder, assimilar, absorver o que é proteína, e jogar fora o que não nos serve, pelo canal ou orifício que for preciso, e sair de qualquer ressaca, perda, ou revés disposto a VER DE NOVO A LUZ e tudo o mais que essa expressão traz em si de significado. É preciso que saibamos verter de nós alguma coisa que subverta a dor; achar o segredo num alimento qualquer que nos sirva de enzima, a forma catalisadora do SER, de deixar-se por inteiro sob qualquer signo que nos dê o alento, e que nos permita encontrar as pessoas que a gente ama, não sem antes deixar de co-habitar com o medo de nossa própria imagem refletida em desconexão.

Um pouco mais e estaremos em 2011. Poderemos ainda nos servir do cosmo, do abraço, do beijo. Dia de ano, quem sabe, saltar sobre sete ondas do oceano, e cuidar de sentir o pulso no seu sortilégio de movimentos. De frente para o mar, quase sempre reluz lembrar ou nos remeter à realidade do grão de areia - o quase nada que somos. Mas o nada que somos também é o tudo que podemos ser; a soma de “únicos” que ao fim de tudo (vá saber?!) venha compor a totalidade do “cara deus”, seja ele quem for. E como sugeria Roberto Prado: “Porque não juntar o nosso nada/... e fazer dessas perdas somadas/ o achado de alguma coisa?”




Luiz Carlos Heleno
Agosto de 2010 (O cara deus e nossa humanidade)
Abril de 1999 (De que tecido somos feito)

13 de agosto de 2010

COMO ANDA O SEU IBOPE SOCIAL E O QUÊ O IMPEDE DE SER VOCÊ MESMO...

Por: Angelita Lombarde Divino


As pessoas estão reativas, tensas, estressadas. Precisamos de reorganização, preparação e oxigenação para direcionar nossos talentos, abrindo caminhos e oportunidades para o futuro.

Ninguém aprende enlouquecido, sobre tensão. É necessário equilíbrio e lucidez intelectual para que haja uma mudança de visão já bitolada, dogmatizada e estagnada. O nosso ponto de equilíbrio está no prazer, na satisfação e na felicidade profissional e pessoal.

O que o impede de ser você mesmo?

Não seja padrão, poder fazer o que se gosta é fundamental; ser diferente é ser essencial em uma determinada função. Capacidade de fazer o que ninguém faz, raciocínio lógico, rápido e eficaz.

Educar é estimular as pessoas a reconhecer os seus talentos. Não compute os erros; eles devem servir apenas como alavancas.

É necessário agregar, energizar e participar, pois na vida não existe ensaios; a vida é uma contínua estréia, e na estréia vale tudo.

Convide-se para ser protagonista da sua própria história. Lute, se capacite e exerça o seu papel. Autoconhecimento é básico e vital no planeta Terra.

Como está a sua espontaneidade, transparência, habilidade de lidar com as pessoas, o seu Ibope social?
Temos que aprender a ser empresários do nosso próprio talento; ter visão e planejamento estratégico pessoal. A melhor empresa do mundo somos nós mesmos, pois temos flexibilidade e liderança sobre os nossos atos.

Conhecimento e felicidade é entender a finalidade da vida, pois ela é um contínuo aprendizado.
É importante falar do que se faz; dividir e somar quando sentimos, fazemos parte.
Chegar e parar não existe mais.

Produtividade, criatividade, lucidez, preparar seu planejamento sua expectativa de vida: isso é traçar o futuro.
É fundamental que se consiga no ambiente de trabalho satisfação e energia para se chegar ao "orgasmo laboral".
Mude seus paradigmas, insira endorfina, sensação de bem-estar.

A felicidade é o antídoto da loucura. Suspire, respire, tente enxergar que o fundo do poço não é apenas ralo; você pode encontrar molas.

Permita-se...

Isto é crescimento.


Angelita Lombarde Divino
Secretária Executiva - Núcleo de Concursos – Pró-Reitoria de Graduação - UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico

Adm de Pessoas e Processo Pedagógico do Ensino Superior
angelita@nc.ufpr.br anglombarde@bol.com.br http://angelitalombarde.blogspot.com/

Publicado em: : Jornal Carreira & Sucesso - 141ª Edição (05/08/20002)

2 de agosto de 2010

P A I
P
erseverança e Amor Incondicional


Por: Angelita Lombarde Divino

Há um dito popular: "Mãe é mãe, o resto é pai..."

Esse “resto” é suficientemente importante para tomar conta de 50% de nossos corações. O que dizer de um PAI...

A pequena GRANDE palavra por si só se traduz...

Porque não dizer também ludicamente “PÃE”, um Pai com a sensibilidade de uma Mãe, pois existem aqueles que são “PÃES” pela força do destino, por obrigação ou simplesmente por puro amor. Por enxergar em sua semente, que são os seus filhos, uma centelha divina.

Mas então, qual o verdadeiro significado da palavra PAI? O dicionário diz: “homem que deu ser a outro, que tem um ou mais filhos; progenitor; criador ou fundador de doutrina”. Mas isso realmente é "Ser Pai"?

Para compreender o que é “Ser Pai” seria necessário ter ouvidos, alma e espírito tão sublimes a ponto de poder ouvir o maior e Supremo PAI – DEUS; Pai da grande amada GAIA (o belo planeta azul); Pai de nós seres humanos, pois ainda assim somos chamados... O que o “Ser Pai” poderia ainda representar, além de sentir a alma, amar incondicionalmente, respirar e observar a leveza do ser em sua importância?

PAI SUPREMO, neste dia especial lhe pedimos perdão por todo o lixo físico, ambiental, emocional, energético e espiritual que estamos deixando em nossa passagem por GAIA.

E aos Pais, de espírito, de alma, de sangue e de coração, uma proposição reflexiva: A real nobreza de “Ser Pai” está em cultivar a simplicidade do amor universal presente, trabalhando a energia para expansão da consciência humana e planetária, pois estamos em um processo de aceleração de nossos sentimentos e devemos expandir com perseverança, amor, paz e luz, para que as nossas futuras gerações possam desfrutar de um mundo um pouco melhor, pois GAIA quer e precisa evoluir.

Para finalizar, refletindo sobre este amor universal, um pensamento do Poeta e Escritor Fernando Pessoa: “Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Dedico este artigo a Lauro Divino meu pai e a Haroldo de Paula pai de meu filho Ângelo!

Angelita Lombarde Divino
Secretária Executiva - Núcleo de Concursos – Pró-Reitoria de Graduação - UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – Administração de Pessoas
e Processo Pedagógico do Ensino Superior
angelita@nc.ufpr.br anglombarde@bol.com.br

29 de julho de 2010

Doe Palavras Instituto Mário Pena

Pessoas em tratamento contra o câncer.
É uma atitude simples que não dói e faz diferença para muitos que lá se encontram.
Eu recomendo!!!!
http://www.doepalavras.com.br/

27 de julho de 2010

Aquecimento Global: Não podemos deixar que as pedras da consciência rolem atropeladas pelo poder da natureza

(Texto parcial publicado no livro MBA Executivo do Prof. Antonio Pires de Carvalho)
Por Angelita Lombarde Divino

Compreendendo que as especificações técnicas e a distinção entre cada montadora só podem ser avaliadas satisfatoriamente pelos profissionais tecnicamente habilitados, retenho-me a análise enquanto consumidora e cidadã.

Gostaria sim, de poder abordar a questão do respeito ou não das montadoras de veículos e demais empresas com relação ao aquecimento global, pois existem empresas poluidoras que têm consciência de suas ações, como algumas montadoras de carros ou siderúrgicas, mas as suas atividades são forçosamente agressivas ao meio ambiente, tanto na produção quanto no produto final e mesmo assim, muitas delas detêm-se a desenvolver projetos paliativos em suas ações.

Como este tema, aquecimento global está migrando para as políticas públicas dos países emergentes e hegemônicos, seria prudente aqui, enfatizar as análises exaustivas que são feitas por entidades protetoras e defensoras do meio ambiente, como por exemplo, as Organizações Não Governamentais - ONG’s.

A mídia veiculada nos grandes meios de comunicação, timidamente, está ampliando os seus espaços dedicados as questões ambientais, porém os veículos de comunicação menos impactantes na opinião pública é que tratam a questão ambiental com maior profundidade. A grande imprensa informativa, não trata com a mesma seriedade e comprometimento a questão do meio ambiente e do aquecimento global. E a imprensa especializada, seletiva e analítica, que trata desses temas, acaba tendo espaço reduzidíssimo nos países como o Brasil. Os programas especializados voltados para essas questões são, no entanto, televisionados somente nas madrugadas, e as revistas são voltadas somente para os assinantes e profissionais interessados, ou seja, um número reduzido de público frente as principais mídias formadoras de opinião.

É imperativo que se tenha mais espaço para a imprensa ambiental, falada e escrita, um jornalismo voltado para a biodiversidade, legislação, política ambiental, mudanças climáticas, responsabilidade social e cidadania.

Seria prudente que a questão ambiental estivesse inserida em todo e qualquer projeto de desenvolvimento de um país, pois muitas vezes, por exemplo, a ocupação realizada de forma predatória gera impactos produzidos pelo desmatamento inconseqüente e insensível ocasionado pelo ser humano.

A mudança climática, até pouco tempo, era um tema muito distante da realidade do dia-a-dia das pessoas, porém, a responsabilidade ambiental tende a intensificar uma nova consciência na população em relação a forma equivocada que existia em gerações passadas sobre “o pensar” o meio ambiente, essa nova tendência imposta por uma nova perspectiva corrobora para minimizar os problemas gerados pela cadeia poluente.

O Brasil não dispõe de um mercado consumidor de informação ambiental: “o olhar” para o meio ambiente deveria nos impregnar sempre! Mas como diz Maria Christina de Andrade Vieira em seu livro Cotidiano e Ética - Crônicas da Vida Empresarial, “O cotidiano massacrante ou meramente metódico inibe, forçando o abandono das proposições”.

O desencadeamento de uma renovação de valores e de mentalidade num mundo totalmente transformado mostra uma palpitante necessidade de reflexão e discussão de temas como a mudança climática e os impactos produzidos por ela.

Temos que ter consciência e desejo de mudança! Será possível nos permitir desafios tão diversos?

Empresários abrem negócios geralmente porque dominam o processo de produção, seríamos nós também capazes de entender e dominar as mudanças climáticas?

Infelizmente os valores do nosso ensino não sinalizam para uma consistente alteração da concepção ecológica e nem para o gerenciamento ambiental que deveria ser condizente com os princípios do desenvolvimento sustentável, pois existe uma escassez crescente dos recursos naturais. Basta verificar na área de resíduos sólidos, a efemeridade e inópia do discurso dos “três erres”: Reutilizar, Reciclar e Reduzir, com destaque para a hilária fábula do último termo, que vai exponencialmente contra o derradeiro modelo vigente de desenvolvimento econômico.

Uma máxima da ética diz que: “devemos ser guiados por princípios e valores nobres”. O alto comprometimento com o meio ambiente e com a comunidade, com forte consciência social, não seria um desses valores? A banalização corrói ainda mais uma sociedade que já convive há muito tempo com uma crise de valores.

Por que não questionamos os modelos preestabelecidos e impostos pela ignorância ambiental que nós mesmos cultivamos? Temos que nos interessar não só pela vida econômica, política e social do país, mas também, e, principalmente pela questão ambiental, porque ela envolve todas as outras áreas e contribui para a necessária e urgente quebra de paradigmas. Devemos conceber a realidade de forma mais abrangente e universal, ampliando a dimensão de um só, do modelo particularizado e cartesiano. O universo intelectual hoje, que envolve os saberes científico, filosófico, social e econômico, e que busca origens e parâmetros para dar soluções as questões ambientais, encontra dificuldades no atual modelo para dar respostas convincentes e adequadas quando o assunto é aquecimento global.

Os governantes com seus comprometimentos unilaterais e suas audácias e afrontas, se aproveitam da mídia escrita e falada para propagar a autopromoção político-partidária e corporativa, ao invés de se envolverem concretamente em projetos e decisões que realmente façam a diferença para a sociedade. E à população falta cultura e postura para cobrar uma posição coerente dos nossos dirigentes.

Esperamos que os projetos de desenvolvimento ambiental que tratem inclusive dos recursos renováveis, não se acabem em processos arquivados ou abandonados em gavetas por falta de provas ou inconsistências jurídicas, pois qualquer desculpa é útil, quando há um desvirtuamento das responsabilidades.

Poderíamos considerar então que o animal é mais “inteligente” que o próprio homem, pois nós perdemos a compreensão do mundo em que vivemos, tornando-nos alheios a nossa consciência (alienados), e o animal permanece mergulhado (integrado) na natureza, e o homem que era capaz de transformá-la, no entanto, optou por destruí-la.

Poderíamos nos basear em pesquisas como a da UNICAMP, em que são feitos estudos sobre veículos automotivos que evitam gases poluentes, para termos um parâmetro básico sobre regras de conduta e valores que norteiam a construção da vida social.

Atualmente os veículos automotores são produzidos com preocupações que passam por exigências e normatizações legais, a exemplo da série ISO 14000, mas não há evidências de uma discussão e investigação junto ao público consumidor. A análise do ciclo da vida é parte integrante do conjunto de Normas da ISO 14000 e da ISO 14040, que apresentam diretrizes para orientar estudos de avaliação ambiental.

Que o público masculino prefira carros com motores mais potentes e mecanismos de estabilidade, o mercado já sabe e explora de forma veemente tais atributos em seus novos produtos nas campanhas publicitárias. Design e dispositivos de segurança são amplamente divulgados e explorados na comercialização dos veículos; não obstante, os atributos ambientalmente corretos que poderiam perfeitamente ser alvo do público feminino, que é um público comprovadamente mais responsável com a preservação da vida, não são objeto das campanhas publicitárias, a exemplo: a economia de combustível, redução de poluição sonora e atmosférica, segurança, e por fim, a destinação final de sua matéria prima sendo passível de reciclagem.

De acordo com Leonardo Boff em seu livro Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres, a mulher “não se deixa reger apenas pela razão mas integra mais holisticamente também a intuição, o coração, a emoção e o universo arquetípico do inconsciente pessoal, coletivo e cósmico”...“Por natureza, ela está ligada diretamente ao que há de mais complexo do universo, que é a vida.” (Boff, p. 52 e 53)

Resta aqui uma interrogação. Seria uma falha de marketing não explorar a expectativa feminina no mercado automotivo? Supondo que a população não tenha interesse em consumir um produto ecologicamente correto? Não existe cultura para se consumir esse tipo de produto? Ou por outro lado, e essa é a nossa tese, divulgar uma campanha que explicitasse uma produção ecologicamente correta poderia suscitar um efeito contrário: o efeito de levar a público a consciência ou a informação de que a indústria automobilística é uma das mais agressivas ao meio ambiente.

Se for verdadeira a nossa tese, parece-nos um equívoco do mercado, pois nenhum consumidor final pode abrir mão da qualidade ou da necessidade de locomover-se no mundo moderno. Uma vez relatada a gravidade do processo de produção de um carro, obrigar-se-á o consumidor a assumir a co-responsabilidade pelo processo adotado na produção e poluição gerada pelo uso de seu veículo. A campanha publicitária que incorporasse as implicações ecológicas e o conjunto de soluções já aplicadas na produção de um veículo poderia estar contribuindo desta forma para a consciência e a educação ambiental da população.

Ou seja, existe um mercado em potencial para ampliar as vendas nas montadoras, cujo público é na sua maioria feminino e ávido por um produto ecologicamente correto, outrossim, por hipocrisia do capital, este potencial não é explorado.

Trata-se de uma mentalidade incorporada, principalmente pela cultura ocidental, que valoriza desproporcionalmente a aquisição de bens em uma perspectiva individualista frente a uma frágil consciência coletiva e ambiental. Um exemplo é o fato de termos em carros, espaços reservados para latinhas de refrigerante, cinzeiros, porta malas mais espaçosos, sistemas antifurto, localização por satélite, e não encontramos neles um simples dispositivo para destinação do “nosso lixo”.

Talvez a fusão entre um marketeiro inteligente e criativo e uma montadora com visão ambiental, vendam um volume maior do produto que já é consumido.

A mulher moderna é uma consumidora em potencial dos produtos que já são ecologicamente corretos. Essa mulher consciente que sabe escolher desde um detergente de louça biodegradável até um simples inseticida, que não agrida seus filhos, e ainda sabe escolher um óleo de cozinha de uma indústria que não faz uso de produtos transgênicos, certamente essa mesma mulher, exigente, consciente e ambientalmente correta, irá preferir um carro que apresente condições de respeito ao meio ambiente e as futuras gerações.

Citando ainda Leonardo Boff, compreendemos que “mais do que pelo trabalho é pelo cuidado que a mulher se relaciona com a vida. O cuidado pressupõe uma ética do respeito, atitude básica exigida diante do sagrado”. (Boff, p. 52)

Acredita-se que estamos trabalhando apenas com a “euforia ambiental”... já que é moda, então vamos aproveitar... É como uma marca de griffe famosa, ninguém tem dinheiro, mas todo mundo quer comprar.

Sabemos que não somos a solução dos males que afligem o mundo, mas não podemos deixar ruir as estruturas que asseguram e equilibram as leis da vida, e nem deixar que as pedras da consciência rolem atropeladas pelo poder da natureza.

Mas assim mesmo, com toda violação e desrespeito à Mãe Terra, o Sol, astro rei, continuará majestoso e aberto à natureza, mesmo que futuramente não venhamos a encontrar “nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater de asas de um inseto”. (Carta do Chefe Indígena Seattle. In, Dias, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. p. 518), ainda assim àqueles que acreditam na vida, e almejam um futuro diferente e salutar, comum a todos os seres que habitam o planeta, deve-se imperar a resistência, legando às futuras gerações o ensinamento do já citado Chefe Indígena Seattle no ano de 1854, que diz: “Tudo que acontecer a terra acontecerá também aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos” (Carta do Chefe Indígena Seattle. In, Dias, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. p. 516).

Referências

Boff, Leonardo. Ecologia: Grito da Terra, Grito dos Pobres. São Paulo: Editora Ática S.A, 1995.

Dias, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. 9. ed. São Paulo: Gaia, 2004.

Vieira, Maria Christina Andrade. Cotidiano e ética: crônicas da vida empresarial. São Paulo: Editora SENAC, 2001.

Angelita Lombarde Divino
Secretária Executiva -
Núcleo de Concursos – Pró-Reitoria de Graduação - UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico - Adm de Pessoas e Processo Pedagógico do Ensino Superior

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Associação de Professores e Servidores Públicos do Magistério Oficial do Estado de São Paulo - APROESP
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